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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

JESUS É “DEUS O FILHO” (SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE)?


 Literalmente, também não. Em primeiro lugar, porque Jesus, não sendo literalmente “Deus encarnado”, como já vimos, não pode fazer parte da Trindade Divina; em segundo lugar, porque o próprio dogma da Trindade divina é falso, pois o verdadeiro Deus é uno, mas não trino, ou seja, um Deus em três pessoas divinas iguais (Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo).
        Abordarei agora, com John Hick, o surgimento desse mito cristão fundamental, segundo o qual Jesus é “Deus o Filho” (Segunda Pessoa da Santíssima Trindade).
        No livro O Mito do Deus Encarnado, John Hick (cf. HICK, 1977, p. 174-175) explica detalhadamente como surgiu esse mito cristão, com base no encontro da imagem literária e metafórica judaica de “filho de Deus” com a imagem mitológica grega de “Deus o filho”, que deu origem ao dogma cristão da Santíssima Trindade, no qual Jesus foi dogmatizado como sendo “Deus o Filho” (a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade).
        John Hick nos dá uma excelente explicação sobre esse encontro das duas culturas (a judaica e a grega), como veremos a seguir.
       Em primeiro lugar, é preciso esclarecer (cf. ANDRADE, 1995, p. 59) que ser “filho de Deus”, na cultura hebraica, não significava literalmente “ser Deus”, mas era um título honorífico, como se infere de João: “A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (João 1,12) (negrito meu).
       Já na cultura greco-romana, era muito comum a ideia mítica de alguém ser “filho de uma divindade” (no sentido literal da palavra) e de uma divindade encarnar-se em forma humana – O MITO DO DEUS ENCARNADO – daí ter sido fácil a transição da imagem judaica de “filho de Deus” para a imagem mitológica grega de “Deus o filho” (DEUS ENCARNADO NUMA PESSOA HUMANA).
       Vejamos agora como Hick (ibid.) nos esclarece como a velha linguagem metafórica judaica de “filho de Deus” (no sentido adotivo), título geralmente atribuído aos reis de Israel por ocasião de suas coroações (e também atribuído a Jesus pelos cristãos do cristianismo nascente) se transformou, devido ao encontro da cultura judaica com a cultura grega, na figura mitológica de “Deus o filho”, fazendo com que Jesus passasse, no cristianismo histórico primitivo, de “filho de Deus” para “Deus o filho” (DEUS ENCARNADO, SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE).
       Eis como Hick descreve esse encontro das duas culturas mitológicas (a judaica e a grega), mediante o qual os cristãos fizeram com que Jesus passasse de “filho de Deus” para “Deus o filho”:
A primitiva comunidade cristã percorreu uma trajetória cultural que se iniciou com o judaísmo e desembocou na cultura helenista do mundo greco-romano. As ideias de deificação e encarnação eram muito comuns na cultura helenista e, quando se encontram com a imagem judaica de “filho de Deus”, essas novas categorias fazem acontecer uma significativa transição na imagem cristã de Jesus: de “filho de Deus” para “Deus o filho”, a segunda pessoa da Trindade (HICK, 1977, p. 175).
       Em termos mais claros ainda, o filósofo e teólogo pluralista John Hick (ibid.) explica que,
dentro do próprio judaísmo, a noção de um homem ser chamado “filho de Deus” já existia há muito tempo. O Messias devia ser um rei terreno descendente de Davi e os reis antigos da linhagem de Davi recebiam o título divino de “filho de Deus” ao serem ungidos na posse do cargo: as palavras do Salmo 2,7, “Ele me disse: Tu és meu filho, eu hoje te gerei“ foram provavelmente usadas nas cerimônias de coroação. Outro texto-chave é o 2º Livro de Samuel (2Samuel 7,14): “Eu serei para ele um pai, e ele será para mim um filho”, novamente dito a respeito do rei terreno. Portanto, a linguagem de exaltação que a Igreja inicial aplicou a Jesus já fazia parte da longa tradição judaica (ibid.) (negrito meu).
       John Hick faz, com muita propriedade, o seguinte questionamento:
Como devemos entender essa linguagem antiga da filiação divina? Literal ou metaforicamente? O rei era literalmente filho de Deus? Claro que não. Dizer que o rei era “filho de Deus” era uma forma metafórica de se expressarem as qualidades do rei. O rei está mais próximo de Deus do que qualquer outra pessoa. Por isso, ele é chamado de “filho de Deus” (Salmo 2,7). Na linguagem mitológica, diz-se que Deus o “gerou”. Mas o rei é considerado “filho de Deus” apenas por “adoção”, e não por geração física, isto é, como sendo fisicamente “filho de Deus” (ibid.).
John Hick (ibid., p. 175) explica ainda que o relato do batismo de Jesus refuta o sentido físico de sua suposta filiação divina:
O sentido físico da filiação divina de Jesus é claramente refutado no relato do batismo de Jesus, em que se ouve a fórmula antiga, vinda do céu, de adoção filial usada na coroação dos reis: “Tu és meu filho, eu hoje te gerei” (Salmo 2,7).
Hick (ibid.) esclarece também que as crenças mitológicas exclusivistas a respeito da pessoa de Jesus podem ser facilmente entendidas pelo contexto histórico-cultural da época:cultura classicista (uma só verdade, certa e imutável), mentalidade escatológico-apocalíptica (profeta final, revelação definitiva) e expressão de uma minoria (linguagem de sobrevivência, único Salvador).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

AS CHAVES DO REINO E O JULGO DOS CÉUS


Por isso, todo escriba que se fez discípulo do reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. E Jesus, tendo concluído estas parábolas, se retirou dali. (Mateus 13: 52-53) O jugo dos rabinos Jesus diz que há “rabinos” e “rabinos”. O que distingue os rabinos é a experiência do reino de Deus. Os rabinos que são instruídos no reino dos céus têm em casa um tesouro contendo coisas velhas e coisas novas. As coisas velhas da tradição de Moisés, e as coisas novas do reino de Deus. O rabino é essencialmente um intérprete da Lei de Moisés. Ele é responsável por responder a seguinte pergunta: Como colocar a Lei em prática? A espiritualidade judaica é de ação, e os rabinos interpretam a Lei para tentar discernir quais ações um seguidor da Lei deve realizar, e quais deve evitar

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domingo, 30 de janeiro de 2011

A MÃE DE JESUS É TAMBÉM A “MÃE DE DEUS”?

  Literalmente, não. Se Jesus, como vimos na resposta da pergunta anterior, não é literalmente “Deus encarnado”, nem “Filho de Deus”, como pode a sua mãe ser literalmente a “Mãe de Deus”, segundo o dogma católico?
       Com todo o meu respeito e admiração à mãe de Jesus, defendo, a bem da verdade, à luz do bom senso, da história das religiões e da fé raciocinada, a tese de que Deus não pode ter “mãe”. Logo, Maria não é literalmente a “Mãe de Deus”, conforme o velho dogma católico, proclamado no terceiro Concílio Ecumênico, realizado no ano 431, em Éfeso (local, na época, do maior templo urbano, no Império Romano, da deusa Ártemis, ou Diana). Conta-se que, enquanto o Concílio estava reunido, discutindo a maternidade divina da mãe de Jesus, o povo de Éfeso se aglomerou ao redor do templo da deusa Ártemis, ou Diana, e começou a gritar: “A Deusa. A Deusa, certamente ela é a Deusa” (CAMPBELL, 2007, p. 190) (negrito meu).
       Sabemos, pela história das religiões, que o mito da “Mãe de Deus” era muito comum entre as religiões bem mais antigas do que o cristianismo. As religiões pagãs costumavam dar uma mãe às suas divindades, por exemplo, na Babilônia, existiu “Istar” (ou ‘Ishtar”), a mãe virgem do deus Tamuz. Segundo esclarece o escritor José Reis Chaves, “a palavra inglesa Easter (Páscoa) é derivada de Istar (mãe virgem de Tamuz imolado)” (CHAVES, 2006b, p. 103).
       Na Grécia, existiu “Deméter” (a “mãe” de Deus) e “Dioniso” (o “filho” de Deus), duas das divindades mais populares da Grécia antiga, cuja história, seus ritos e suas festas antecipam efetivamente, sob muitos aspectos, a religião cristã (cf. DONINI, 1965, p. 145).
Aliás, o termo “Dioniso” (da língua trácio-frígia, “dioniso”) significa etimologicamente “filho de deus” –“dio-niso” (cf. DONINI, ibid, nota 26). A história de Dioniso, o deus libertador, o “filho de deus”, é muito semelhante à história do “Jesus mítico” (o “Cristo da fé”), o Filho de Deus e o único libertador (salvador) da humanidade, segundo o mito exclusivista cristão.
Mas se Jesus não é Deus, como argumento que ele, de fato, não o é, cai por terra a crença mítica na maternidade divina de sua mãe, conforme já defendiam, corretamente, os chamados “hereges” nestorianos da Igreja primitiva (século V), os quais afirmavam, contrariamente ao dogma católico, que Maria não é “Mãe de Deus” (em grego, “Theotókos”), mas apenas “Mãe do homem Jesus Cristo” (em grego, “Cristotókos”).
O monge Nestório de Antioquia, num de seus sermões, afirmava:
Ninguém venha me dizer que Maria é mãe de Deus; ela foi mulher, e Deus não pode nascer de mulher; sustentar o contrário é imitar os pagãos que dão uma mãe às suas divindades (FRANGIOTTI, 1995, p. 128).
Nestório foi condenado no terceiro Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, no ano 431 (o qual proclamou o dogma mítico da maternidade divina de Maria), e, porque se recusou a submeter-se às definições dogmáticas desse Concílio, foi enviado para o exílio, onde morreu.
O escritor José Reis Chaves, em seu livro A Face Oculta das Religiões: uma visão racional da Bíblia, explica a questão nestoriana nos seguintes termos:
O Nestorianismo surgiu com Nestório, Bispo Patriarca de Constantinopla, no século V. Sua tese ensinava que em Jesus Cristo havia duas pessoas: uma divina e outra humana, e que essas pessoas eram separadas entre si, sendo uma delas a do Cristo, o Verbo de Deus, e a outra a do homem Jesus, no qual veio encarnada a Pessoa Divina do Verbo de Deus, o Cristo. Nestório não aceitava o título em grego de “Theotókos” (“Mãe de Deus”) dado a Maria, Mãe de Jesus. Para Nestório, Maria era apenas Mãe do homem Jesus, portanto, deveria receber o título em grego de “Cristotókos” (“Mãe do homem Jesus Cristo”). Mas o Concílio Ecumênico de Éfeso (431), apreciando a questão nestoriana, condenou-a, afirmando que em Jesus havia uma só pessoa, ou seja, a Pessoa Divina, e que Maria deveria ter o título grego de “Theotókos” (“Mãe de Deus”). E, assim, a Igreja criou a oração “Santa Maria, Mãe de Deus...” que foi acrescentada à Ave Maria bíblica da saudação do anjo Gabriel a Maria. [...] O título de “Mãe de Deus” para Maria é estranho e deixa confusos e enrolados os próprios teólogos, pois Deus nunca pode ter tido mãe e nunca poderá tê-la! (CHAVES, 2006b, p. 47-48).
Não há como não concordar plenamente com Nestório, com sua tese de que Maria não é, de fato, literalmente, Mãe de Deus (“Theotókos”), mas apenas Mãe do homem Jesus (“Cristotókos”). “Aliás, seria o cúmulo do absurdo alguém aceitar que Deus tem Mãe” (CHAVES, ibid., p. 100).
Além de nenhuma mulher poder ser “Mãe de Deus”, as mulheres (incluindo a mãe de Jesus) só podem ser mães do corpo e não do espírito (ou alma) de alguém, como bem esclarece o escritor Reis Chaves nos seguintes termos:
Alegam os teólogos dogmáticos que Maria é Mãe de Deus porque a mãe de uma pessoa é mãe do conjunto todo de alma e corpo. Isso não é verdade, pois a mãe de uma pessoa é apenas mãe da parte biológica, de cuja criação ela participou, mas jamais do espírito que, além de não ter mãe, preexiste à criação biológica do corpo. [...] O próprio Jesus destaca que o que é nascido da carne é carne e o que é nascido do espírito é espírito (João 3,6). [...] Em outros termos, o corpo é filho da sua mãe biológica, mas o espírito do corpo não tem mãe. O espírito vem de Deus, o corpo vem do pai, da mãe e, mais remotamente, da terra. O espírito só forma um conjunto com o corpo, enquanto o espírito está reencarnado no corpo. [...] E, se o espírito não é criado junto com o corpo, a mãe biológica do corpo não entra na criação do espírito, do que se conclui que ela não é mãe também do espírito. E disso tudo se infere que Maria, Mãe de Jesus, só é mãe do corpo e não do espírito de Jesus (CHAVES, 2006b, p. 100-101) (negrito meu)+.
Com base nessa convincente argumentação, mesmo para os que acreditam que Jesus seja Deus e que o seu corpo não tenha sido biologicamente gerado por Maria e seu esposo, mas por obra e graça do Espírito Santo, conforme os dogmas (ou mitos) cristãos, Maria não pode ter sido mãe do espírito (ou alma) de Jesus (ou de Deus).
Em suma, para concluir a resposta da presente pergunta, reafirmo que Maria não é literalmente mãe do “Espírito de Jesus” nem “Mãe de Deus”, mas apenas mãe do corpo físico de Jesus. Defender o contrário, é querer permanecer no erro, na mentira, sobre  Jesus e sua mãe.

CULTO DE ADORAÇÃO DIA 30/01/2011

 Nesse dia 30/01/2011 A Igreja Batista do Frutilandia Recebera o Lider dos jovens da IGREJA Batista Ágape da cidade de Mossoró/RN Ele ira fazer a pregação Levando a palavra para todos os irmãos  o irmão Adrikison vai pregar no culto que será dirigido pelo o irmão Severo 
O   culto terá inicio as 19;30h: contamos com a presença de todos vocês
ATENÇÃO MAIS FOTOS DO CULTO EM INSTANTES!   

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

COM DEUS NÃO SE BRINCA?


PAL-WASHER- TODOS OS HOMENS NASCERÃO MAUS

CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA: PARTE 1, A ESCRAVIDÃO DO PECADO.

As Escrituras são absolutamente claras em afirmar que independente de cor, raça, sexo e nacionalidade, nascemos em um estado de pecaminosidade, culpa, e morte espiritual. O ensino cristão é de que não existe um homem neste planeta que possa considerar-se justo pelos seus próprios méritos. Na verdade, a Bíblia afirma que “todos pecaram, e que todos estão destituídos da graça de Deus.” (Rm 3:23), diz também “que o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), e que quem peca, “transgride a lei” (I Jo 3:04), e que o pecado faz separação entre os homens e Deus. (Is 59:02)

A Bíblia diagnostica o pecado como uma deformidade universal da natureza humana, deformidade que se manifesta em detalhes na vida de cada indivíduo. A doutrina reformada ensina que o homem é totalmente depravado e que necessita desesperadamente de salvação. O Apostolo Paulo ao escrever a igreja de Éfeso afirmou: "estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais" (Efésios 2:1-3). Ora, segundo o ensino paulino toda pessoa não regenerada pelo Espírito Santo de Deus está espiritualmente morta, fazendo a vontade da carne, do mundo, além de viver uma vida absolutamente escravizada por Satanás.

Em outras palavras, isso significa que cada um de nós nasceu como um completo pecador. Nossa essência é pecadora, todo nosso ser é pecador, nossa mente, emoções, desejos, e até mesmo nossa constituição física está corrompida, controlada, e desfigurada pelo pecado e seus efeitos. Ninguém escapa desse veredicto. Nós somos totalmente depravados. Efésios 2:1 resume a doutrina da depravação total ao afirmar que os homens estão mortos em delitos e pecados. À luz desta verdade sou obrigado a confessar que a condição humana não poderia ser pior. Entretanto, Deus sendo rico em misericórdia por causa do grande amor com que nos amou nos deu vida em Jesus salvando-nos da ira vindoura e libertando-nos da escravidão do pecado.

Caro leitor, para ilustrar de forma prática, estou colocando abaixo dois vídeos. O primeiro protagonizado por Paul Washer que com graça e sabedoria disserta a respeito da doutrina da depravação total. O segundo traz informações tecnicas sobre a Lepra, o que segundo a Bíblia SIMBOLIZA o nosso estado de pecaminosidade.

Minha sugestão é que você não deixe de assistir estes vídeos. Tenho plena convição que após assisti-los ,sua visão sobre o pecado nunca mais será a mesma.

O GRANDE PEIXE OUVINDO VOZES?

PROFETAS QUE SE ACHAM ACIMA DO BEM E DO MAL.

Há pouco ouvi um relato de uma irmã  que ao dirigir-se a um senhor chamou-lhe de irmão. Para surpresa dela, o homem de modo sisudo respondeu firmemente dizendo: Irmão não. Pastor. Por favor me chame de pastor.

Pois é,  lamentavelmente alguns dos líderes evangélicos tupiniquins tem demonstrado ao longo dos anos uma enorme fome por titulos esclesiásticos. Se não bastasse os oficios e titulos convencionais, esta corja aproveitadora, inventou outros tantos mais. Nesta perspectiva  multiplicaram-se os apóstolos, apareceram os profetas da restauração que a reboque  fabricaram os titulos de paipostolo,  Patriarca  Apostólico, Principe de Israel, dentre tantos outros mais.

Caro leitor, como já escrevi anteriormente estou cansado das invencionices apostólicas. Já não aguento mais, ouvir tanta bobagem. Sinto-me perplexo com inúmeras aberrações! Não suporto mais ouvir a cada dia a noticia do surgimento de uma nova unção. Estou cansado deste pilantras fabricantes de falsas doutrinas cujo ensinamento principal é a honra dos profetas.  Para exemplificar o que estou dizendo reproduzo abaixo um texto que encontrei no BLOG "Não me mate de vergonha"  onde o  autor reproduz um texto do bispo africano Dag Heward-Mills que ensina 28 maneiras de honrar seu profeta, as quais reproduzo abaixo:

01. – Fale do seu profeta com admiração. Faça isto quando estiver falando, pregando ou ensinando.
02. – Cite pérolas de sabedoria do seu profeta com freqüência. Jesus é a cabeça da igreja e somente ele deve ser exaltado, contudo você deve saber que em cada organização há um tronco e este é o seu profeta e ele deve ser honrado, portanto fale do seu profeta como um exemplo a ser seguido.
03. – Tenha uma admiração genuína pelo seu profeta e elogie-o sempre e em todas as ocasiões. Para começar, se você não admira seu profeta nem sequer deveria estar seguindo-o. O bom seguidor enxerga boas coisas nas decisões do seu líder.
04. – Apresente publicamente seu profeta de maneira entusiasmada e faça elogios a sua mensagem. Testemunhe publicamente sobre como você foi abençoado através das mensagens do seu líder e as pessoas o admirarão mais ainda.
05. – Celebre a visita e a presença do seu profeta com entusiasmo. O normal é alguém ficar feliz com a chegada de alguém que ama e manifestar isso de alguma maneira.
06. – Faça os críticos de plantão entender, com as suas atitudes e gestos que elas vieram reclamar com a pessoa errada. Se várias pessoas tem liberdade para chegar a você e falar mal do seu líder, tem algo errado com você.É preciso ter um espírito rebelde, para as pessoas terem liberdade e abertura para vir falar mal do seu líder para você.
07. – Encontre justificativas genuínas para qualquer engano do seu profeta. Não o exponha ao ridículo. Todos têm uma cota de falhas e seu profeta não é a exceção. Caso ele se atrase, por exemplo, encontre uma boa justificativa ao invés de expô-lo ao ridículo
08. – Quando seu profeta não puder participar de um compromisso, você deve estar apto para justificar as partes envolvidas, que ele não pode estar por razões muito importantes. Você deve passar uma boa impressão do seu profeta aos outros e não usar frase, tais como: “Não sei por que ele não veio visitá-lo aqui no hospital, da ultima vez que eu liguei ele estava dormindo ainda!”
09. – Esteja sempre lembrando a todos com atitudes apropriadas que você não é o pastor titular da igreja. Quando as pessoas estavam empolgadas com o ministério de João, o Batista, ele fez questão de enfatizar: “…eu não sou o Cristo, sou apenas o que veio apresentá-lo ao mundo” (João 3:28).
10. – Lembre sempre seus discípulos que você aprendeu o que sabe com seu profeta. Jesus sempre dizia: “Eu aprendi com o Pai” (João 5:19).
11. – Quando ministrar na igreja, lembre a todos que você o faz debaixo da autoridade e concordância do seu profeta.
12. – Celebre as conquistas do seu profeta. Nunca pense que ele não merece a fama e a popularidade que alcançou. Quando falaram a João Batista da fama de Jesus, ele respondeu: “Importa que ele cresça e eu diminua” (João 3:30).
13. – Esteja sempre atento ao conforto de seu profeta, cedendo a sua cadeira para ele se for preciso.
14. – Fique verdadeiramente empolgado com a chegada e o envolvimento de seu profeta em qualquer atividade da igreja.
15. – Honre a esposa do seu profeta. Se você recebe bem a minha esposa, você recebe bem a mim.
16. – Decida aprender sempre com o seu profeta. Não fique ressaltando mental ou verbalmente os seus defeitos. Decidam aprender algo bom com seu profeta todos os dias. Dois discípulos estavam ouvindo a mensagem do seu profeta no domingo de manhã. Um deles disse: “Meu pastor parece que não tem mensagem, pois está repetindo o que pregou na semana passada.” O outro disse: “Como ele ensina bem. Esta repetindo novamente para que ter a certeza de que aprendemos a lição!”
17. – Assista aos DVDs, leia os livros e todo o material produzido pelo seu profeta.
18. – Ressalte em suas pregações o sucesso e os feitos heróicos do seu profeta.Use os exemplos de seu líder para lembrar-se de coisas nobres.
19. – Cumpra as determinações tomadas pelo seu profeta, ainda que você tenha uma opinião diferente a respeito do assunto. Você pode dizer: “Não acredito que seja a coisa certa a ser feita, no entanto se você decidir assim, eu obedecerei.”
20. – Nunca crie um grupo de comunhão, ou faça reuniões particulares para tratar de assuntos da igreja sem o conhecimento e a aprovação do seu profeta.
21. – De vez em quando prepare surpresas agradáveis para o seu profeta.
22. – Quando seu profeta estiver saindo de viagem, acompanhe-o até o aeroporto ou então vá recepcioná-lo quando retornar. Um discípulo relaxado dirá: “Ele tem esposa. Deixe que ela vá se despedir dele!”
23. – Durante sessões de aconselhamento dê assistência apropriadamente. Você está entendendo o que o pastor esta falando?
24. – Faça anotações do que o seu profeta falar nas reuniões, pois tudo que seu profeta fale ou ensine deve ser importante para você. Para anotar o que outro está falando precisa ser humilde.
25. – Ocasionalmente dê presentes ao seu profeta pessoalmente. Ex. mimos para a mulher que amamenta.  (dê gravatas, canetas, relógios, essas coisas…)
26. – Esteja preparado para proteger a imagem do seu profeta em qualquer situação embaraçosa que possa surgir devido a um erro cometido por ele.
Não ignore o fato de que o seu profeta é humano e pode cometer erros. Aliás, profetas não erram se enganam.
Um bom discípulo tem a consciência de que está atrelado ao seu pastor e se algo acontecer ambos afundarão juntos, portanto ele ora sempre por ele e oferece conselhos sábios.
27. – Seja o conselheiro sábio de seu profeta e não o bajulador de plantão.
28. – O verdadeiro discípulo conhece o seu lugar. Ele é apenas um aprendiz, apenas isso. O bom discípulo é feliz nesta posição.

Pois é cara pálida diante disto tudo falta-me palavras!
Que Deus tenha misericórdia de seu povo.

O CÃO, A PADARIA E A MÚSICA GOSPEL

Há pouco soube de uma história no mínimo intrigante: Um colega de ministério foi convidado para pregar numa proeminente igreja. Ao chegar ao local do culto, foi convidado por um dos pastores a conhecer a mais nova aquisição do povo de Deus: uma padaria completa! Ele olhou aquilo e pensou com seus botões: Que legal! Esses irmãos montaram uma padaria para saciar a fome das pessoas! No entanto, o que ele não podia imaginar era que o real motivo de se montar à padaria era outro.

Na ocasião o pastor anfitrião falou todo orgulhoso: "Agora até a nossa ceia é sem contaminação dos ímpios! Nós produzimos os pães que são distribuídos na ceia! Não tem mão de ímpios na produção do pão!” O pastor ouvindo isso disse: “Vocês gastaram dinheiro montando uma padaria por este motivo”? Não é para abrandar a fome dos famintos? Não é para tentar mudar o futuro de tantos jovens que precisam de uma profissão? Não daria para fazer desta padaria uma oficina de padeiros?
Caro leitor, me assusta o fato em perceber que parte da Igreja de Cristo continua tratando a vida de forma dualista. Ora, aquela igreja considerava os pães confeccionados por padeiros não cristãos como profanos. No entanto, segundo a sua visão, se um crente confeccionasse os pães, estes seriam santos. Ora, é exatamente isso que alguns tem feito com a música, se os autores forem crentes, Deus está no negócio, caso contrário, o cramulhão é o culpado.
Para eles era muito mais importante confeccionar “pães santos” do que alimentar os famintos que vivem a seu redor.
Pois é cara pálida, dias complicados os nossos! Como bem afirmou o André Reverbério é muito mais fácil colocar a culpa no cão!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

DIZER NO QUE VOCÊ CRÊ É MAIS CLARO QUE DIZER CALVINISTA


INTER LIGADOS

Nós somos cristãos. Seres radicais, de sangue puro, saturados de Bíblia, exaltadores de Cristo e centrados em Deus. Nós avançamos com missões, ganhamos almas, amamos a igreja, buscamos a santidade e saboreamos a soberania. Somos completamente embriagados pela graça, quebrantados de coração e felizes seguidores do Cristo onipotente crucificado. Pelo menos esse é o nosso compromisso imperfeito.

Em outras palavras, somos calvinistas, mas esse rótulo não é nem um pouco útil para dizer às pessoas no que você realmente acredita! Então esqueça o rótulo, se isso ajudar, e diga a elas claramente, sem evasivas e sem ambiguidade, o que você acredita a respeito da salvação.

Se eles disserem “Você é um calvinista?” diga “Você decide. É nisso aqui que eu creio…”

Eu creio que sou tão espiritualmente corrupto e orgulhoso e rebelde que eu nunca teria vindo à fé em Jesus sem a misericordiosa e soberana vitória de Deus sobre os últimos vestígios da minha rebelião. (1 Coríntios 2:14; Efésios 3:1-4; Romanos 8:7)


Eu creio que Deus me escolheu antes da fundação do mundo para ser seu filho, sem basear essa escolha em nada que pudesse haver em mim no presente ou no futuro. (Efésios 1:4-6; Atos 13:48; Romanos 8:29-30; Romanos 11:5-7)


Creio que Cristo morreu como um substituto dos pecadores para, de boa fé, oferecer salvação a todas as pessoas. Creio que ele teve um plano invencível em sua morte para obter sua noiva escolhida, a saber, a assembléia de todos os crentes, cujos nomes foram eternamente escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto. (João 3:16; João 10:15; Efésios 5:25; Apocalipse 13:8)


Quando eu estava morto em minhas transgressões, e cego para a beleza de Cristo, Deus me tornou vivo, abriu os olhos do meu coração, me deu a capacidade de crer e me uniu a Jesus, com todos os benefícios do perdão e da justificação e da vida eterna (Efésios 2:4-5; 2 Coríntios 4:6; Filipenses 2:29; Efésios 2:8-9; Atos 16:14; Efésios 1:7; Filipenses 3:9)


Estou eternamente seguro não por causa de qualquer coisa que eu tenha feito no passado, mas decisivamente porque Deus é fiel para completar a obra que ele começou – sustentar minha fé e me manter longe da apostasia, e me afastar do pecado que leva à morte (1 Coríntios 1:8-9; 1 Tessalonicenses 5:23-24; Filipenses 1:6; 1 Pedro 1:5; Judas 25; João 10:28-29; 1 João 5:16)

Chame do jeito que você quiser, isso é minha vida. Eu acredito nisso porque eu vejo isso na Bíblia. E porque eu experimentei isso. Louvor eterno à grandeza da glória da graça de Deus!

E eis que estou convosco
todos os dias
até à consumação do século”
(Mateus 28:20).

SÉRIE HOMENS DE #DEUS

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

POR QUE SANSÃO CONTOU SEU SEGREDO A DALILA ?

Sansão estava apixonado por Dalila,embora ela não estivesse realmente apaixonada por ele  e fosse amiga dos seus inimigos.Quando alguns desses inimigos ofereceram a Dalila dinheiro para ajuda - los  a capturar Sansão ela concordou e Perguntou a ele o segredo de sua força . A principio, Sansão arranjou uma resposta boba para dar-lhe, mas ela o importunou ate que, finalmente, ele contou- lhe a verdade sua força vinha de deus como parte de um voto que incluia não corta os cabelos . ele contou- lhe que se os seus cabelos. ele cortados, o senhor lhe tiraria a força. Sansão deixou- se enganar por uma mulher que fingia ama- lo ele estava cego pelos sentimentos que tinha por ela. 


VOCÊ SABIA QUE AS PESSOAS VIVIAM NA TERRA DE CANAÃ ERAM GRANDES COMO GIGANTES ?

 
 Isso foi que relatam os espiões enviados a observar a terra prometida (veja em Números 13:33).Aterra era cheia de frutas e outras coisas boas.Os espias, porem,ficaram amamentados com o tamanho e a força das pessoas que la viviam.De fato, eles pareciam gafanhotos perto dos habitantes de canaã! Mais os espiões se esqueceram de quanto Deus é forte e de como ele poderia derrota os cananeus,não importando quão grande eles fossem! Quando se sentir assustado,lembre-se do quanto Deus é forte.Ele pode ajudar você em qualquer situação.            

domingo, 9 de janeiro de 2011

POR QUE JOÃO VIVIA NO DESERTO ?
















João Batista era um profeta.Deus lhe dera a importante tarefa de preparar o caminho para Jesus.Com diversos profetas do antigo testamento,João Batista foi para o deserto afim de poder concentrar-se em Deus e ouvir claramente as suas as suas instruções.João pregava longe de onde as pessoas moravam,para que pudessem ter sua total atenção quando eles vinham para ouvir suas mensagens.E vivendo no deserto,João demonstrava que o relacionamento de uma pessoa com Deus de uma pessoa com Deus é muito mais impotente do que ter uma vida bela e confortável na terra.Deixe a vida João Batista recordar-lhe que você deve ser sério em seu relacionamento com Deus.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

VIDA DE JESUS DOS 12 AOS 30 ANOS? QUAL SUA OPINIÃO SOBRE O TEXTO ABAIXO SEM OFENSAS!? DEIXE SEU COMENTÁRIO ABAIXO














Os Essênios
Eram originários do Egito, e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C., formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto, e cujas colônias estendiam-se até o vale do Nilo. No meio da corrupção que imperava, os essênios conservavam a tradição dos profetas e o segredo da Pura Doutrina. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, dedicavam-se ao estudo espiritualista, à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Segundo alguns estudiosos, foi nesse meio onde passou Jesus, no período que corresponde entre seus 13 e 30 anos(veja link Jesus). Os essênios suportavam com admirável estoicismo os maiores sacrifícios para não violar o menor preceito religioso. Procuravam servir à Deus, auxiliando o próximo, sem imolações no altar e sem cultuar imagens. Eram livres, trabalhavam em comunidade, vivendo do que produziam. Em seu meio não havia escravos. Tornaram-se famosos pelo conhecimento e uso das ervas, entregando-se abertamente ao exercício da medicina ocultista. Em seus ensinos, seguindo o método das Escolas Iniciáticas, submetiam os discípulos à rituais de Iniciação, conforme adquiriam conhecimentos e passavam para graus mais avançados. Mostravam então, tanto na teoria quanto na prática, as Leis Superiores do Universo e da Vida, tristemente esquecidas na ocasião. Alguns dizem que eles preparavam a vinda do Messias. Eram uma seita aberta aos necessitados e desamparados, mantendo inúmeras atividades onde a acolhida, o tratamento de doentes e a instrução dos jovens eram a face externa de seus objetivos. Muitos estudiosos acreditam que a Igrja Católica procura manter silêncio acerca dos essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências. Não há nenhum documento que comprove a estada essênia de Jesus, no entanto seus atos são típicos de quem foi iniciado nesta seita. A missão dos seguidores do Mestre Verdadeiro foi a de difundir a vinda de um Messias e nisto contribuíram para a chegada de Jesus. Na verdade, os essênios não aguardavam um só Messias, e sim, dois. Um originário da Casa de Davi, viria para legislar e devolver aos judeus a pátria e estabelecer a justiça. Esse Messias-Rei restituiria ao povo de Israel a sua soberania e dignidade, instaurando um novo período de paz social e prosperidade. Jesus foi recebido por muitos como a encarnação deste Messias de sangue real. No alto da cruz onde padeceu, lia-se a inscrição: Jesus Nazareno Rei dos Judeus. O outro Messias esperado nasceria deum descendente da Casa de Levi. Este Salvador seguiria a tradição da linhagem sacerdotal dos grandes mártires. Sua morte representaria a redenção do povo e todo o sofrimento e humilhação por que teria que passar em vida seria previamente traçado por Deus. O Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens à Deus. Para muitos, a figura do pregador João Batista se encaixa no perfil do segundo Messias. Até os nossos dias, uma seita do sul do Irã, os mandeanos, sustenta ser João Batista o verdadeiro Messias. Vivendo em comunidades distantes, os essênios sempre procuravam encontrar na solidão do deserto o lugar ideal para desenvolverem a espiritualidade e estabelecer a vida comunitária, onde a partilha dos bens era a regra. Rompendo com o conceito da propriedade individual, acreditavam ser possível implantar no reino da Terra a verdadeira igualdade e fraternidade entre os homens. Consideravam a escravidão um ultraje à missão do homem dada por Deus. Todos os membros da seita trabalhavam para si e nas tarefas comuns, sempre desempenhando atividades profissionais que não envolvessem a destruição ou violência. Não era possível encontrar entre eles açougueiros ou fabricantes de armas, mas sim grande quantidade de mestres, escribas, instrutores, que através do ensino passavam de forma sutil os pensamentos da seita aos leigos. O silêncio era prezado por eles. Sabiam guardá-lo, evitando discussões em público e assuntos sobre religião. A voz, para um essênio, possuia grande poder e não devia ser desperdiçada. Através dela, com diferentes entonações, eram capazes de curar um doente. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, físico e higiene pessoal. A capacidade de predizer o futuro e a leitura do destino através da linguagem dos astros tornaram os essênios figuras magnéticas, conhecidas por suas vestes brancas. Eram excelentes médicos também. Nos escritos dos rosacruzes, são considerados como uma ramificação da Grande Fraternidade Branca, fundada no Egito no tempo do faráo Akenaton. Em cada parte do mundo onde se estabeleceram, eles receberam nomes diferentes, às vezes por necessidades de se proteger contra as perseguições ou para manter afastados os difamadores. Mestres em saber adaptar seus pensamentos às religiões dos países on

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O NATAL DA IGREJA BATISTA


 o NATAL da igreja batista do frutilandia sera comemorado dia 23/12/2010 com uma bela apresentaçao de uma peça de NATAL que tem como os jovens interligado  o teatro tem a direçao de (MONA CELI )  a peça conta a estoria do nacimento de JESUS nosso  salvador

AS RAZOÉ 5 PARA DAAR


♥♥♥ 1ºLOUVAR A DEUS
pai nosso que esta no ceu sintificado seja teu nome DEUS deu ser louvado porque ele crear  e sustenta cada caia na terra♥♥♥
♥♥♥2ºpedir que DEUS  escute a sua vontade "venhaa o teu reino  seja feita atua  vontade tanto na terra como no ceu"♥♥♥

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

IGREJA BATISTA DO FRUTILANDIA REALIZARA UM TEATRO


os govens da IGREJA BATISTA DO FRUTILANDIA  estao oganizando um peça de teatro com irmaos e irmaes que fazem parte da igreja batista do frutilandia para a presentar no dia 24/12/2010 de dezembro na igreja batista do frutilandia

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O VECICLO DO DIA
















esse veciclo do dia e melhor nos buscamos asabedoria na palavra do senhor do que o ouro pois quem visa a muita a riquesa o ouro  e aprata esquece do mais importante ser as escrituras do senhos esquecendo aquele que deu a vida por ele e sofreu sendo morto na cruz por homens ainda assim muitos homens adoram outros e DEUS e esquecido da quele que e o unico homen digno da nossa idolatria *''JESUS CRISTO''*